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Maneiras de evitar a gravidez

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Maneiras de evitar a gravidez

Por mais que os métodos contraceptivos que protegem as mulheres de uma possível gravidez indesejada sejam tão discutido e comentado na mídia, muitas ainda têm dúvidas sobre o seu uso, além de não fazerem uso de nenhum tipo de método contraceptivo por acharem que “nada vai acontecer comigo”. Mas, uma gravidez não planejada ou até mesmo a aquisição de uma doença sexualmente transmissível é algo devastador na vida de uma mulher.
Por isso, vejam agora quais são os métodos para evitar a gravidez e o quanto eles são confiáveis:
Coito interrompido: acontece quando o órgão genital masculino é retirado do órgão genital feminino antes da ejaculação durante o ato sexual, porém o coito interrompido não evita uma gravidez e também não protege ambos das doenças sexualmente transmissíveis, como por exemplo, a AIDS;
Diafragma: se trata de um disco de borracha com uma extremidade muito flexível que cobre o cérvix e deve ser usado com um espermicida, porém só pode ser usado mediante prescrição médica e colocado por um profissional de saúde. É importante ressaltar que o diafragma protege somente por seis horas e devem permanecer outras seis horas após a última relação sexual e jamais fique com o diafragma por mais de vinte e quatro horas e sua ação inibe que os espermatozoides cheguem ao útero e se encontrem com os óvulos, mas é claro se colocado corretamente. Sua eficácia é de 80%;
Pílulas e contraceptivos orais: a pílula anticoncepcional é um dos métodos mais utilizados pelas mulheres, pois ela previne a gravidez através de uma combinação de hormônios progesterona e estrogênio que impedem a ovulação. A pílula é tomada diariamente, entretanto há alguns efeitos colaterais como dores de cabeça, inchaço, aumento de peso, pequenas perdas de sangue irregulares, depressão, náuseas, vômito e diarreia. É um método muito eficaz se tomado diariamente sempre no mesmo horário, entretanto, não se descarta o uso da camisinha para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Sua eficácia é de 95 %;
Injeção contraceptiva: se trata de um contraceptivo hormonal que é injetado no braço ou nas nádegas a cada três meses e a menstruação podem desaparecer ou se tornar muito irregular e é um método muito eficaz que chega a torno de 99%;
Implantes: são pequenos canos de borracha que são inseridos cirurgicamente debaixo da pele do antebraço que liberam CSL (Contraceptive steroid levonorgestrel) e sua proteção dura de três a cinco anos, porém é pouco utilizado no Brasil e há possíveis efeitos colaterais como alteração no ciclo menstrual, inchaço no peito, perda de massa muscular e aumento de peso, mas se trata de um método totalmente eficaz na prevenção da gravidez. Sua eficácia é de 99%;
DIU (Dispositivo Intra Uterino): é um aparelho em forma de T que é inserido no útero por um médico ginecologista, o qual pode ficar no útero de cinco a dez anos, mas é um método de mais baixa eficácia, pois às vezes, o DIU é expelido pela mulher, por isso, todos os meses iniciais se deve verificar com o dedo se o DIU anta está lá por meio de um fio e há efeitos colaterais como perda de sangue anormal e dores menstruais, mas acontecem apenas nos primeiros meses após a inserção do DIU. Sua eficácia é de 99 %;
Esterilização feminina: é feita cirurgicamente e é conhecida como laqueadura das trompas, onde são cortados os ligamentos das trompas e assim os óvulos não podem ser fecundados pelo espermatozoide masculino, tornando impossível uma gravidez. Mas, se deve prestar atenção, pois esta é uma forma contraceptiva permanente e definitiva, indicada para mulheres que já tiveram filhos. Sua eficácia é de 99%;
Pílula do dia seguinte: é um medicamento que deve ser tomado no máximo setenta e duas horas após a relação sexual sem proteção ou quando houve a rompimento da camisinha. É um medicamento que contém a mesma quantidade de hormônios de uma pílula anticoncepcional comum e que está dividido em dois comprimidos, onde o primeiro deve-se tomar após o ato sexual e o segundo é tomado após doze horas depois de tomar o primeiro comprimido. É indicado somente em casos de urgência, pois os seus efeitos colaterais são fortes e sua eficácia diminui ao passar do tempo e principalmente quando há um uso exagerado do mesmo, por isso, é indicado o uso da pílula anticoncepcional. Sua eficácia é de 75%;
Preservativos: são conhecidos pela maioria como camisinhas, os quais são feitos de borracha de látex e só podem ser usados uma única vez e alguns têm espermicidas que matam o esperma. Eles agem como uma barreira mecânica, evitando assim o contato vaginal com o sêmen, além de prevenir o risco de lesões genitais, infecções genitais e a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Os preservativos são o método contraceptivo mais eficaz para reduzir o risco de transmissão de doenças sexuais, desde que o seu uso é feito de maneira correta. Sua eficácia é de 86%;
Esterilização masculina: é conhecida como vasectomia e é a esterilização masculina que é feita através de uma cirurgia com anestesia local com o mínimo de complicações pós-cirúrgicas, onde é feito um corte no canal dos espermatozoides. É importante ressaltar que o homem não perde a ereção e a ejaculação, pois o corpo absorverá as células do esperma. Sua eficácia é de 99%.

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